Tuesday, October 27, 2009

3.3.2 Iniciativas públicas e privadas

O fomento a iniciativas privadas deve ser levado em consideração quando da definição de políticas públicas de capacitação. De toda forma,  é essencial incluir o uso da rede como ferramenta no processo educacional em todos os níveis de ensino. A finalidade é habituar as pessoas ao ambiente digital, torná-lo uma possibilidade familiar e que represente um auxílio na construção de soluções, e nunca um entrave.

7 comments:

  1. COMO ela deve ser usada nas escolas e sobre as politicas publicas de capacitação, entendo que isso deve ser definido pelo ministério da educação.

    O ministério da educação DEVE consultar a comunidade internauta sobre temas em especificos como : "O que eu devo ensinar para que essa formação seja util para a comunidade internauta?", mas, em outra oportunidade.

    Acredito que, então, o marco da internet não deve prever nada neste sentido - o ministério da educação é o melhor candidato para isto.

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    Acredito que a maior iniciativa com respeito à EAD atualmente é a UNIVESP >> http://olharglobal.net/2009/01/22/144-criada-a-univesp-universidade-virtual-do-estado-de-so-paulo-que-oferecer-cursos-a-distncia-e-gratuitos-a-partir-de-2009/ .

    O programa está em sua primeira fase. Acredito que pode ser um ótimo exemplo para implantaçao em nível Nacional inclusive podendo culminar na criação de Agremiações Universitarias Virtuais, a niveis estaduais ou federais.

    Além de proporcionar acesso e facilitação aos Universitários, o sistema (no caso da federalização) indiretamente cadastraria e poria em interatividade diversas Universidades e áreas academicas, proporcionando participação qualificada permitindo consulta direta às areas de estudo especificamente relacionadas com temas em referencia.

    É um ótimo passo em direção à multidisciplinaridade e cooperação virtual em prol do desenvolvimento educacional e até mesmo Normativo, porque não?! Outra grande vantagem é que os usuarios em questão atuam devidamente autenticados.

    Acredito que, apesar de esta iniciativa UNESP/UNIVESP ser pública, a "estrutura fundamental" deverá ser respeitada pela iniciativa privada, para que futuramente os meios possam se absorver e interagir em plataforma única, evitando especulação comercial e garantindo que o meio academico atue normativamente sobre o ensino e até mesmo com relação a assuntos alheios ao mesmo, contando que determinada especialização academica seja importante sobre os temas discutidos.

    Penso que a estrutura de interação virtual nao deve se ater apenas à capacitação de Ensino, mas valer como "briefing" desenvolvedor de excelencia tanto no EAD como na Participação Publica em geral, uniformizando e validando a opinião dos usuarios como "agentes" publicos, sejam academicos ou não.


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  3. Acredito que seja fundamental investimento em políticas públicas tanto por iniciativas privadas quanto públicas uma vez que, é de suma importância já que está prevista na Constituição do Brasil, art. 3º como princípios fundamentais constituir uma sociedade livre, justa e solidária; garantir o desenvolvimento nacional; erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, assim como promover o bem de todos sem qualquer tipo de preconceito ou discriminação. Além desses princípios observa-se o princípio da igualdade, previsto no art. 5º, em que todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza, podendo ser levado em conta também a igualdade material, visto como uma norma programática, que promove um tratamento diferenciado concedendo tratamento benéfico para aqueles que mais necessitam, igualando-se ao final ao restante da população Para que todos esses princípios sejam concretizados deve haver uma intervenção seja por parte pública quanto a privada de forma a fazer com que todos os indivíduos tenham a mesma oportunidade de acesso aos meios de comunicação e informação. Ao tratar da internet observamos que cada ano que passa o número de pessoas que utilizam a internet é cada vez maior. No entanto, nem todos têm essa oportunidade, como em Municípios mais pobre, cidades no interior, comunidades carentes, entre outros, sendo essencial portanto, que se invista nesses locais, pois, ao mesmo tempo poderemos ter um desenvolvimento nesses locais, já que a sociedade terá mais capacidade com o uso da tecnologia, estará por dentro de todas as notícias do mundo. É necessário que com essas políticas públicas se promova a inclusão social daqueles excluídos e aperfeiçoar a capacidade de cada indivíduo no uso da internet, de saber lidar com um meio tão infinito, que um clique no mouse nos faz ficar informados em milhares de notícias ao mesmo tempo. Além disso, é uma forma de acesso igual a todos. É na internet que o indíviduo busca o que ele quer procurar, basta uma palavra que ele terá tudo que quiser e mais um motivo para sua importância e seu investimento, a qualificação que as pessoas acabam ganhando ao procurar fatos e notícias do seu interesse ao tratar de empregos e trabalhos, buscam sempre crescer cada vez mais, melhorar de vida. Como consequência, essas pessoas correm atrás e conseguem melhorar de vida, e ao mesmo tempo concretizando os princípios fundamentais previstos na Constituição, satisfazendo-o, apenas com incentivos de políticas públicas em áreas que realmente necessitam de ajuda, em locais que a internet sequer chegou. Portanto, é essencial tal investimento para que todos tenham as mesmas oportunidades de acesso. É um meio que vejo de se buscar o progresso no país investindo nessas áreas.

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  4. Para fomentar as iniciativas de educação e produção cultural, o Estado deve pelo menos manter ou ampliar os editais para a criação de centros como os pontos de cultura e a redução de impostos para empresas que contribuem com atividades sociais. Estimular a produção de cultura e educação através dos meios digitais é complexo e envolve desde a revisão das leis de propriedade intelectual até a criação de canais de divulgação dos trabalhos realizados pelos pequenos produtores de conteúdo.

    O Estado também pode agir diretamente na Infraestrutura da rede fornecendo serviços aos cidadãos. Não só no acesso, como na produção de conteúdo e infraestrutura de produção deste. Como servidores públicos de conteúdo e de processamento, estações de produção e no fomento ao desenvolvimento de software livre, que amplia consideravelmente as possibilidades para a educação de uma “cultura digital”.

    O governo deve fomentar a criação de aplicativos de governo 2.0 pela sociedade civil através de concursos ou eventos que favoreçam o desenvolvimento de uma cultura de apropriação das tecnologias para o controle social e compartilhamento de responsabilidades pela gestão pública.

    Estes comentários foram escritos colaborativamente por membros do Partido Pirata e representam a visão do Partido Pirata sobre os temas abordados no processo de consulta popular ao Marco Civil da Internet. O original pode ser acessado em: http://www.partidopirata.org/wiki/index.php/Marco_Civil#3.3.2_Iniciativas_p.C3.BAblicas_e_privadas

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  5. O Marco Civil deverá apoiar formas de fomento que vierem a ser estimuladas pela iniciativa privada.

    Além disso, apoiará políticas públicas de capacitação que visem utilizar a rede da internet como ferramenta no processo educacional, pois se entende que a finalidade de se estabelecer regras claras para a utilização da Internet é a de facilitar e promover a inclusão da maioria das pessoas ao ambiente digital.

    Este comentário faz parte do documento produzido pelo Comitê Jurídico e de Telecom da Câmara-e.net.
    http://www.camara-e.net/

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  6. Internet na escola, para se aprender o uso das ferramentas e da rede desde já... e ensino a quem não está mais na escola. Para uso pleno da internet.

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  7. Conforme já exposto nos comentários ao tópico 3.3.1 (“Cultura digital para o desenvolvimento social”), as políticas públicas educacionais, incluindo aquelas referentes à essencial utilização da Internet como ferramenta de ensino e veículo de transmissão do conhecimento, devem ser objeto de atenção pelo órgão competente pela edição de todas as demais políticas públicas de educação, o Ministério de Estado da Educação, possibilitando assim a sua integração com as outras políticas públicas no setor e viabilizando seu melhor manejo e aperfeiçoamento.

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